A nomenclatura oficial dos aldeídos segue as regras estabelecidas pela IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) para os hidrocarbonetos, porém com a terminação “al”:

Nomenclatura oficial dos aldeídos.
Visto que o grupo funcional dos aldeídos
sempre vem nas extremidades, não é necessário numerar a sua localização na cadeia principal.
Veja alguns exemplos:
H2C ═ O: met + an + al = Metanal
H3C ─ HC ═ O: et + an + al = etanal
H3C ─ CH ─ CH2 ─HC ═ O: prop + an + al = propanal
O ═ CH ─ CH2 ─ HC ═ O : propandial
Se existirem ramificações ou insaturação é necessário numerar sua localização na cadeia principal.
A cadeia principal será a que contiver maior número de carbonos e apresentar o grupo funcional citado. Aliás, o início da numeração da cadeia principal deve ser o mais próximo do grupo funcional e as ramificações devem ser colocadas em ordem alfabética.
Exemplos:
H3C4 ─ CH3 ═ CH22 ─ HC1 ═ O: but-2-enal (note que a numeração colocada para indicar a localização da insaturação [dupla ligação] foi a menor possível).

A nomenclatura usual dos aldeídos é feita com a palavra “aldeído” e o nome do ácido carboxílico correspondente.
Por exemplo:
H2C ═ O: Aldeído fórmico ou formaldeído
H3C ─ HC ═ O: Aldeído acético
A nomenclatura dos alcinos obedece à s regras da União Internacional de QuÃmica Pura e Aplicada.
Compostos carbonÃlicos porque apresentam o grupo carbonila.
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Ciclanos
As diversas aplicações desses hidrocarbonetos de cadeia fechada.
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Verbo Reaver
As particularidades linguÃsticas inerentes a esse verbo defectivo.
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