Ao discorrermos acerca da hiperonímia e da hiponímia, cabe ressaltar que ambas as expressões estão relacionadas a uma parte da gramática representada pela semântica – responsável pela relação de sentido estabelecida entre as palavras que compõem o nosso léxico.
Dessa forma, saber como se dá tal relação representa fator decisivo na construção de enunciados, ajudando, portanto, na produção de textos precisos, claros e coerentes. Partindo desse pressuposto, observe as características desses dois elementos que integram a esfera semântica – a hiperonímia e a hiponímia.
Hiperonímia – Essa palavra, como o próprio prefixo já nos indica, confere-nos uma ideia de um todo, sendo que deste todo se originam outras ramificações. Tomemos como exemplo a palavra veículo. Ora, dela partem outras, tais como: carro, caminhão, trem, carroça, entre outros.
Assim sendo, pode ser compreendida como um conjunto, um grupo maior, que origina outros subconjuntos.
Hiponímia – refere-se exatamente a esses subconjuntos citados anteriormente, representando a parte de um todo. Dessa forma, caso estivéssemos fazendo referência ao grupo “frutas”, por exemplo, teríamos como hipônimas todas as palavras que estivessem relacionadas a esse grupo maior, como, por exemplo, maçã, banana, melão, melancia, morango, abacaxi, entre outras.
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Ciclanos
As diversas aplicações desses hidrocarbonetos de cadeia fechada.
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Verbo Reaver
As particularidades linguÃsticas inerentes a esse verbo defectivo.
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